Essa é uma analogia que nos faz pensar, por várias razões.
Ambas as ‘guerras’ têm vários ataques, devassas e revistas, sem contar
o ‘abuso’ persistente e um nível de ‘uso’ aparentemente implacável. É
um memorando que os maiores executivos da indústria estão recebendo,
mas mal discutindo. E é por isso que foi surpreendente ouvir da boca de
Rio Caraeff, CEO da VEVO, uma joint venture envolvendo três das quatro maiores gravadoras do mundo:
“A pirataria é meio como a guerra contra as drogas. É uma
guerra invencível em minha opinião. Mas essa não é necessariamente a
opinião da indústria, mas eu acho que a solução é prover acesso
ao
entretenimento para o maior número possível de pessoas, através de uma
variedade de modelos diferentes – inclusive os gratuitos.”
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