sábado, 31 de março de 2012

Combater a pirataria é como guerra contra as drogas.

    Essa é uma analogia que nos faz pensar, por várias razões. Ambas as ‘guerras’ têm vários ataques, devassas e revistas, sem contar o ‘abuso’ persistente e um nível de ‘uso’ aparentemente implacável. É um memorando que os maiores executivos da indústria estão recebendo, mas mal discutindo. E é por isso que foi surpreendente ouvir da boca de Rio Caraeff, CEO da VEVO, uma joint venture envolvendo três das quatro maiores gravadoras do mundo:

    A pirataria é meio como a guerra contra as drogas. É uma guerra invencível em minha opinião. Mas essa não é necessariamente a opinião da indústria, mas eu acho que a solução é prover acesso ao entretenimento para o maior número possível de pessoas, através de uma variedade de modelos diferentes – inclusive os gratuitos.”

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